Observação Universal
"Quando alguém pergunta pro autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro." [Mário Quintana]
domingo
HOMEM, ainda tem H?

Ainda e bem recentemente estou na faixa dos vinte e poucos anos. Também não sou farta de experiências amorosas, mas uma coisa é fato: Onde estão os homens de verdade?
A gente cresce, e vai criando o príncipe, o cara que vai dizer que te ama sem intenções, ou ficar dizer o que quer sem enrolação, o cara gentil que entende sua posição, suas limitações, ou que pelo menos se esforça para isso... que tem atitude de te chamar para sair, nem que seja de "buzão" para rachar o "dog". O cara corajoso que te fala as verdades não só pelo msn [ó céus].
Não estou falando de etiqueta, nem de cavalheirismo, estou falando é de falta de atitude masculina, desses homens que dão chilique porque a mulher não quis ir pro Motel no primeiro encontro, daqueles que tem tanto medo de você [com um olhar] intimá-lo à pagar a conta, que dispara a falar de seus problemas financeiros [querendo dizer: “A gente vai dividir isso aí né mozão?"]. Ou esses caras [caras?] que nem ao menos te buscam em casa, ou gentilmente lhe oferecem uma carona num dia de chuva, ou num dia qualquer. Não falo de pieguices nem de um lindo romance, falo de falta de postura, falo de falta de testosterona...
Porque o pior não é o cara que não abre a porta do carro [porque não sou aleijada], nem o que não paga a conta, pior mesmo, é o "metrossexual", esse nome que inventaram para esses caras que ainda não saíram do armário. O cara que puxa ferro com mais freqüência do que pensa, que pega fila com você no salão de beleza para fazer a progressiva, que passa base nas unhas para não perder o brilho, e usa calça apertada para definir o bumbum.
Esses tipos usam camisa apertada, gel no cabelo [quando não está com progressiva], fazem cavanhaque, e tiram os pelinhos do meio da sobrancelha [para definir o rosto]... E antes que eu me esqueça, se encarregaram de driblar a testosterona, nem pelo no peito eles tem mais. E os grisalhos que nos anos 90 era puro charme, Grecim2000 acabou com a festa, e se o destino foi cruel e a careca aparecer [aquela peruquinha dá um jeito nisso].
Meu Deus, agora que eu cresci, percebi que meu sapo não virou príncipe, virou princesa e vai querer dividir o espelho comigo, e quando eu não quiser nada com ele, ele vai fazer que nem minha vizinha invejosa: ele vai fazer intriguinhas e fofoquinhas...
Queria voltar no tempo e corrigir esse erro do senso comum, decretar que homem é homem e não Brad Pitt, ou Reynaldo Gianecchini(quem dera se todos os fossem), mas não são, e nem por isso devem colocar prótese de silicone nos peitos, fazer musculação e esquecer de pensar, alisar o cabelo e fazer luzes, surgindo assim uma manada de projetos de homens por aí...
Poxa, não é porque tem mais mulher no mundo, que eles tem o direito de se contaminar com nossas vaidades. Homem tem sim que ter vaidade, mas não fugir do seu natural (penso o mesmo das mulheres, mas nelas até que é aceitável, porque não tem mulher por aí colocando bigode porque ta na moda!).
Talvez eu que tenha um pensamento jurássico. A culpa é da minha geração, desculpa aí OMENS [esses tipos do século XXI] se sou do tempo da tirinha "É dos carecas que elas gostam mais", se sou da época em que amor não era instantâneo, e que intimidade era algo plausível, sou do tempo em que Merthiolate ardia, e a vida era muito mais intensa... Não era só as imagens do espelho refletida nos artistas da televisão!
Auto-Ajuda do Internauta
Nunca é tarde para rever seu perfil, atualizar suas fotos, adicionar novos amigos
pode ser a qualquer tempo
o que não pode ser é desconectado...
E se caso cair à discagem, [não se desespere] Conecte-se...
Não deixe seu perfil off-line
Se necessário refaça seu login...
Não deixe acumular tarefas...
Leia e organize sempre sua caixa de entradas
reveja sua lixeira... E não deixe nada passar por não lido, não feito, ou a reiniciar...
Faça tudo hoje e agora, para não acumular sua pasta de tarefas...
Cuidado com os Spans e os Fakes - eles possuem um único objetivo:
Obstar sua navegação e fuçar informações [não se iluda].
Cuide de sua saúde...
Faça sempre que preciso o “Update”,
Contrate um bom “Anti Vírus”,
Não entre em sites desconhecidos [isso pode ser um perigo]
E não aceite corrente dos outros (“Volta para a caixa de entradas de origem oferenda!”).
Mude seu perfil,
quantas vezes for preciso até ele dizer com simplicidade quem você realmente é...
Mas um pouco de fantasia é preciso
[num mundo virtual ninguém é moldado inteiramente da realidade]
Aperte "Ctrl c" e "Ctrl v" para as coisas sábias, engraçadas e cabíveis no bate papo certo,
porque certas coisas uma vez só digitada já foi o bastante para ser desnecessária...
Adicione os amigos...
Mesmo que seja na sua página menos importante, porque amigos sempre são bem vindos [mas poucos são os valiosos – e esses merecem um Álbum só para eles, uma foto com uma frase marcante, e um depoimento no Orkut dizendo algo do tipo "clichê"]
Coloque aplicativos, textos novos, e muitas fotos... Mostre que sua felicidade é maior que a realidade [ou seja, minta]
Não se esqueça dos lembretes de aniversário...
[Tudo em nome da manutenção da amizade!]
Faça novas amizades [em salas de bate papo, mas quando marcar um encontro: escolha um lugar público]...
Mantenha-se atualizado... Se perder seu rumo, não se apavore - procure o “Google”...
E se precisar de teorias - A “Wikipedia” te ensina
Conheça novos lugares pelo “Google Talk”, se não souber manusear procure no “Yahoo! Respostas”...
Se você se chatear com um amigo, exclua de suas páginas, se ele o ofender: denuncie seu perfil...
Não deixe a impunidade navegando livremente por aí...
Só não pare de navegar, não cancele seu perfil... Se precisar: Renove-o!
Apenas navegue... Seja por comodidade, praticidade, trabalho ou curiosidade...
Mude os caminhos, abra novas janelas, não as deixem acumuladas, isso dá lentidão à sua viagem...
E o mais importante: SEMPRE APERTE O F5
[he he he, comédia ñ é meu forte]
sábado
Verbo cronicamente impossível
Não aprendemos a conjugar o verbo verdade! E isto nem é verdade, porque Verdade não é um verbo - É mentira, Mentir é verbo, e este conjugamos muito bem, à todo tempo, de todo o sempre.
Vem na primeira pessoa com o EU minto, constantemente, saborosamente, covardemente e claro: Secretamente... Vem em forma de corporação com o Nós mentimos, e esse vem em tom de heroísmo [subjetivo], camaradagem, os cúmplices amigos, o eterno álibi...
Reiteradamente é conjugado na terceira pessoa, ocultando a conjugação primeira, porque para julgar a mentira ninguém mente, todos são santos - Eu não minto, Eles mentem... Sim, ELES merecem punição...
Quando mentimos na primeira pessoa, sempre vem acompanhada da eterna excludente: "Mentir foi preciso"... Isso soa como dolorido. Como algo tão puro e simples como a verdade pode ser dispensado, pode ser ruim de ser ouvido?
Preciso seria a seriedade, a naturalidade... Reconheço que se hoje saíssemos dizendo umas verdades magoaríamos meio mundo, mas onde quero chegar é que não dizer para o gordinho que ele é gordo ou tratar com respeito o chefe [merecedores de uns palavrões] não é ser mentiroso, é ser educado...
Mentira é uma resposta positiva pra cobrir a verdade dolorida.É um homicídio lento da verdade, da dignidade e da intensidade humana. Hoje em dia todos se gostam e se detestam tão rapidamente que a barreira entre a verdade e a mentira está cada vez mais invisível, e difícil de identificar.
Assusta-me saber qual será o destino da verdade, porque as pessoas que mentem são sempre as normais, as que são sinceras são as Doidas, as Autênticas, as Desnecessárias!
Falar a verdade passou a ser lenda urbana, inconveniente para uns, irreverente para outros e uma Utopia para a grande maioria!
Talvez por isso a ortografia não lhe deu o "título" de verbo, já previa que verdade não indicaria Ação [por não ser muito praticada] perdeu-se com o tempo, ganhou ociosidade, e se esconde na ironia e às vezes dá as mãos para a maldade do veneno das pessoas que a usam a como alfinetadas na sociedade (esta massa que por comodidade deu adeus à verdade, e vive acobertada de hipocrisias), e que quando o sopro da verdade dá o toque de recolher da vergonha, a sociedade logo se espanta, causa guerra e euforia, mas logo, logo bem às pressas tudo sempre acaba em pizza!
E a verdade, inviável para a realidade...
Ficará somente nas crônicas e poesias, e em alguns suspiros rápidos da humanidade!
Vem na primeira pessoa com o EU minto, constantemente, saborosamente, covardemente e claro: Secretamente... Vem em forma de corporação com o Nós mentimos, e esse vem em tom de heroísmo [subjetivo], camaradagem, os cúmplices amigos, o eterno álibi...
Reiteradamente é conjugado na terceira pessoa, ocultando a conjugação primeira, porque para julgar a mentira ninguém mente, todos são santos - Eu não minto, Eles mentem... Sim, ELES merecem punição...
Quando mentimos na primeira pessoa, sempre vem acompanhada da eterna excludente: "Mentir foi preciso"... Isso soa como dolorido. Como algo tão puro e simples como a verdade pode ser dispensado, pode ser ruim de ser ouvido?
Preciso seria a seriedade, a naturalidade... Reconheço que se hoje saíssemos dizendo umas verdades magoaríamos meio mundo, mas onde quero chegar é que não dizer para o gordinho que ele é gordo ou tratar com respeito o chefe [merecedores de uns palavrões] não é ser mentiroso, é ser educado...
Mentira é uma resposta positiva pra cobrir a verdade dolorida.É um homicídio lento da verdade, da dignidade e da intensidade humana. Hoje em dia todos se gostam e se detestam tão rapidamente que a barreira entre a verdade e a mentira está cada vez mais invisível, e difícil de identificar.
Assusta-me saber qual será o destino da verdade, porque as pessoas que mentem são sempre as normais, as que são sinceras são as Doidas, as Autênticas, as Desnecessárias!
Falar a verdade passou a ser lenda urbana, inconveniente para uns, irreverente para outros e uma Utopia para a grande maioria!
Talvez por isso a ortografia não lhe deu o "título" de verbo, já previa que verdade não indicaria Ação [por não ser muito praticada] perdeu-se com o tempo, ganhou ociosidade, e se esconde na ironia e às vezes dá as mãos para a maldade do veneno das pessoas que a usam a como alfinetadas na sociedade (esta massa que por comodidade deu adeus à verdade, e vive acobertada de hipocrisias), e que quando o sopro da verdade dá o toque de recolher da vergonha, a sociedade logo se espanta, causa guerra e euforia, mas logo, logo bem às pressas tudo sempre acaba em pizza!
E a verdade, inviável para a realidade...
Ficará somente nas crônicas e poesias, e em alguns suspiros rápidos da humanidade!
domingo
Viver deveria ser pleno
Muitas coisas entristecem um homem...
O deixa sem rumo, e sem vontade de viver...
Enchem a alma de aperto, e aquele nó na garganta assume o medo...
A vida traz momentos assim em doses pequenas, rápidas, longas, infinitas...
Aquela aflição que alimenta a dúvida da derrota,
Aquela angústia que nos impede de sentir o brilho do Sol e o calor da Lua...
A vida é complicada, porque ela não aperta pausas para estes momentos,
Enquanto choramos ou o leite derramado, ou o leite prestes a derramar...
a vida passa, as oportunidades se tornam escassas, os dias menores, e os passos mais lentos...
Ela não espera a dor passar, ela não espera muito menos a certeza, muito menos a razão...
A vida foi esculpida para viver...
Então... Porque acordar preocupado com o que pode acontecer, se podemos mudar?
Porque vivemos assim tão pela metade, com a simples arma nada infalível de presumir o fracasso?
Eu diria que o pior fracasso é o antecipado, a pior dor é a vazia e o pior medo é o da Vida...
A única conseqüência da vida é Viver... [pronto, falei!]
Pensamos nela como um suco gelado, num dia exaustivo de Sol...
Se você tomar de uma só vez, sua garganta ficaria inflamada, você só sentiria o gelado da temperatura, e pegaria uma gripe, perderia um tempo da vida, ou a vida por inteiro...
Se tomar de forma paulatina, ele ficaria morno, sem graça, e sem gosto...
Mas se tomar no tempo certo, aproveitando cada gole, ele seria prazeroso, refrescante e indescritível... [Simplesmente viver seria um alívio de estar plenamente Vivo]...
Então, se vir à preocupação: esquece...
Se sentir dor: supere...
Se passar pela cabeça o medo: Ignore...
O importante é viver naturalmente, com o medo, com a dor, com a vitória, com a derrota, com o não e o sim na mesma estrofe, mesmo se cair em contradição... Já dizia o poeta: essa metamorfose ambulante... [eu acrescento: Vida, essa metamorfose ambulante].
Porque os dias estão disponíveis para fazer acontecer...
E por mais “auto-ajuda” que seja: Faça acontecer!
O que vão pensar ,o que poderá acontecer ou te magoar?
Don’t worry!
O deixa sem rumo, e sem vontade de viver...
Enchem a alma de aperto, e aquele nó na garganta assume o medo...
A vida traz momentos assim em doses pequenas, rápidas, longas, infinitas...
Aquela aflição que alimenta a dúvida da derrota,
Aquela angústia que nos impede de sentir o brilho do Sol e o calor da Lua...
A vida é complicada, porque ela não aperta pausas para estes momentos,
Enquanto choramos ou o leite derramado, ou o leite prestes a derramar...
a vida passa, as oportunidades se tornam escassas, os dias menores, e os passos mais lentos...
Ela não espera a dor passar, ela não espera muito menos a certeza, muito menos a razão...
A vida foi esculpida para viver...
Então... Porque acordar preocupado com o que pode acontecer, se podemos mudar?
Porque vivemos assim tão pela metade, com a simples arma nada infalível de presumir o fracasso?
Eu diria que o pior fracasso é o antecipado, a pior dor é a vazia e o pior medo é o da Vida...
A única conseqüência da vida é Viver... [pronto, falei!]
Pensamos nela como um suco gelado, num dia exaustivo de Sol...
Se você tomar de uma só vez, sua garganta ficaria inflamada, você só sentiria o gelado da temperatura, e pegaria uma gripe, perderia um tempo da vida, ou a vida por inteiro...
Se tomar de forma paulatina, ele ficaria morno, sem graça, e sem gosto...
Mas se tomar no tempo certo, aproveitando cada gole, ele seria prazeroso, refrescante e indescritível... [Simplesmente viver seria um alívio de estar plenamente Vivo]...
Então, se vir à preocupação: esquece...
Se sentir dor: supere...
Se passar pela cabeça o medo: Ignore...
O importante é viver naturalmente, com o medo, com a dor, com a vitória, com a derrota, com o não e o sim na mesma estrofe, mesmo se cair em contradição... Já dizia o poeta: essa metamorfose ambulante... [eu acrescento: Vida, essa metamorfose ambulante].
Porque os dias estão disponíveis para fazer acontecer...
E por mais “auto-ajuda” que seja: Faça acontecer!
O que vão pensar ,o que poderá acontecer ou te magoar?
Don’t worry!
sexta-feira
Já!
A pior palavra do dicionário é o DEPOIS... Como nós, pobres mortais ousamos usar esta palavra? Se nem a nós pertence o dia de amanhã... Se nem a nós é garantido o depois, como que o concedemos assim para a vida, para as coisas, para as pessoas? Depois é cruel. Mata a esperança, após alimentá-la de mentiras...
É venenoso, aos poucos rouba a fonte da vida: O tempo...
É covarde, ele pode ser um não tímido, ou um sim indeciso! Ele pode ser uma resposta reprimida pela falta de coragem: DEPOIS!
Soa fácil, a língua desliza, a consciência se acalma, e aquela sensação de missão cumprida se espalha em forma de adrenalina! E o depois se alastra, feito doença sem cura, e quando vemos: vivemos uma vida de DEPOIS, DEPOIS, DEPOIS!
Nada mais foi que: DEPOIS, e TUDO nada mais foi que NADA!
Viver deixando tudo para amanhã é desafiar a fúria do tempo, é desacreditar na força da vida, é diluir a coragem da alma, é não exercitar o poder de escolha, é deixar respostas paralelas à sua autonomia: Depois, será um sim, um não, um nunca... Quem sabe um dia?
Depois... Alguém ousa dizer depois para o dinheiro, para a luxúria, para a paixão? E para o amor? Depois... Seletivo, meramente espontâneo ou preguiçoso? Tanto faz, depois é que a gente vê...
Todavia Depois não adianta chorar, e nem mais deixar para depois, quando a vida passa, passou: e nem o Depois volta mais!
Muitos existem, deixando para depois a felicidade, os sonhos, os amores, os amigos, até mesmo a rotina... Mas poucos vivem e compreendem o valor do tempo: Palco desse espetáculo chamado Vida, onde o Show é agora!
É venenoso, aos poucos rouba a fonte da vida: O tempo...
É covarde, ele pode ser um não tímido, ou um sim indeciso! Ele pode ser uma resposta reprimida pela falta de coragem: DEPOIS!
Soa fácil, a língua desliza, a consciência se acalma, e aquela sensação de missão cumprida se espalha em forma de adrenalina! E o depois se alastra, feito doença sem cura, e quando vemos: vivemos uma vida de DEPOIS, DEPOIS, DEPOIS!
Nada mais foi que: DEPOIS, e TUDO nada mais foi que NADA!
Viver deixando tudo para amanhã é desafiar a fúria do tempo, é desacreditar na força da vida, é diluir a coragem da alma, é não exercitar o poder de escolha, é deixar respostas paralelas à sua autonomia: Depois, será um sim, um não, um nunca... Quem sabe um dia?
Depois... Alguém ousa dizer depois para o dinheiro, para a luxúria, para a paixão? E para o amor? Depois... Seletivo, meramente espontâneo ou preguiçoso? Tanto faz, depois é que a gente vê...
Todavia Depois não adianta chorar, e nem mais deixar para depois, quando a vida passa, passou: e nem o Depois volta mais!
Muitos existem, deixando para depois a felicidade, os sonhos, os amores, os amigos, até mesmo a rotina... Mas poucos vivem e compreendem o valor do tempo: Palco desse espetáculo chamado Vida, onde o Show é agora!
domingo
Do lado errado do peito
O lado morno que ferve enganosamente
As pessoas passageiras, que por um instante achamos ser para sempre.
Os caminhos errados que levianamente foram maquiados com uma beleza inexistente e exagerada, e um palpitar duvidoso que saiu do peito em forma de incentivo...
Os amigos que juramos irmandade, e não passou de falsidade...
Os romances repentinos e hedônicos de certa emoção à flor da pele, que por engano juramos ser amor, e novamente palpitações mentirosas nos impulsionaram à acreditar no inexistente...
As escolhas que tomamos de forma segura, certos de que o que fizemos foi apenas seguir o coração...
Os palpitares suspeitos, que nos tiraram o fôlego e o sossego... e depois quase nos levou à morte...era tudo enganação.
Todos esses momentos vieram do lado errado do peito...
Minha alma reduz às lágrimas quando descubro que nem a dor ou a alegria vieram do coração...
Mas sim do lado [errado] do peito, onde nem o coração e nem o pulmão se hospeda, mas a inocência vive sozinha, como um peixe no oceano, pronto para morder a isca....
Do lado errado do peito eu me enganei, e fui enganada - É que esquecemos que a felicidade não vem do coração, vem da alma...
E confundimos palpitares de medo e ansiedade, com o palpitar da felicidade...
E depois disso,
O corpo chora!
As pessoas passageiras, que por um instante achamos ser para sempre.
Os caminhos errados que levianamente foram maquiados com uma beleza inexistente e exagerada, e um palpitar duvidoso que saiu do peito em forma de incentivo...
Os amigos que juramos irmandade, e não passou de falsidade...
Os romances repentinos e hedônicos de certa emoção à flor da pele, que por engano juramos ser amor, e novamente palpitações mentirosas nos impulsionaram à acreditar no inexistente...
As escolhas que tomamos de forma segura, certos de que o que fizemos foi apenas seguir o coração...
Os palpitares suspeitos, que nos tiraram o fôlego e o sossego... e depois quase nos levou à morte...era tudo enganação.
Todos esses momentos vieram do lado errado do peito...
Minha alma reduz às lágrimas quando descubro que nem a dor ou a alegria vieram do coração...
Mas sim do lado [errado] do peito, onde nem o coração e nem o pulmão se hospeda, mas a inocência vive sozinha, como um peixe no oceano, pronto para morder a isca....
Do lado errado do peito eu me enganei, e fui enganada - É que esquecemos que a felicidade não vem do coração, vem da alma...
E confundimos palpitares de medo e ansiedade, com o palpitar da felicidade...
E depois disso,
O corpo chora!
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