Muitas coisas entristecem um homem...
O deixa sem rumo, e sem vontade de viver...
Enchem a alma de aperto, e aquele nó na garganta assume o medo...
A vida traz momentos assim em doses pequenas, rápidas, longas, infinitas...
Aquela aflição que alimenta a dúvida da derrota,
Aquela angústia que nos impede de sentir o brilho do Sol e o calor da Lua...
A vida é complicada, porque ela não aperta pausas para estes momentos,
Enquanto choramos ou o leite derramado, ou o leite prestes a derramar...
a vida passa, as oportunidades se tornam escassas, os dias menores, e os passos mais lentos...
Ela não espera a dor passar, ela não espera muito menos a certeza, muito menos a razão...
A vida foi esculpida para viver...
Então... Porque acordar preocupado com o que pode acontecer, se podemos mudar?
Porque vivemos assim tão pela metade, com a simples arma nada infalível de presumir o fracasso?
Eu diria que o pior fracasso é o antecipado, a pior dor é a vazia e o pior medo é o da Vida...
A única conseqüência da vida é Viver... [pronto, falei!]
Pensamos nela como um suco gelado, num dia exaustivo de Sol...
Se você tomar de uma só vez, sua garganta ficaria inflamada, você só sentiria o gelado da temperatura, e pegaria uma gripe, perderia um tempo da vida, ou a vida por inteiro...
Se tomar de forma paulatina, ele ficaria morno, sem graça, e sem gosto...
Mas se tomar no tempo certo, aproveitando cada gole, ele seria prazeroso, refrescante e indescritível... [Simplesmente viver seria um alívio de estar plenamente Vivo]...
Então, se vir à preocupação: esquece...
Se sentir dor: supere...
Se passar pela cabeça o medo: Ignore...
O importante é viver naturalmente, com o medo, com a dor, com a vitória, com a derrota, com o não e o sim na mesma estrofe, mesmo se cair em contradição... Já dizia o poeta: essa metamorfose ambulante... [eu acrescento: Vida, essa metamorfose ambulante].
Porque os dias estão disponíveis para fazer acontecer...
E por mais “auto-ajuda” que seja: Faça acontecer!
O que vão pensar ,o que poderá acontecer ou te magoar?
Don’t worry!
Observação Universal
"Quando alguém pergunta pro autor o que este quis dizer, é porque um dos dois é burro." [Mário Quintana]
domingo
sexta-feira
Já!
A pior palavra do dicionário é o DEPOIS... Como nós, pobres mortais ousamos usar esta palavra? Se nem a nós pertence o dia de amanhã... Se nem a nós é garantido o depois, como que o concedemos assim para a vida, para as coisas, para as pessoas? Depois é cruel. Mata a esperança, após alimentá-la de mentiras...
É venenoso, aos poucos rouba a fonte da vida: O tempo...
É covarde, ele pode ser um não tímido, ou um sim indeciso! Ele pode ser uma resposta reprimida pela falta de coragem: DEPOIS!
Soa fácil, a língua desliza, a consciência se acalma, e aquela sensação de missão cumprida se espalha em forma de adrenalina! E o depois se alastra, feito doença sem cura, e quando vemos: vivemos uma vida de DEPOIS, DEPOIS, DEPOIS!
Nada mais foi que: DEPOIS, e TUDO nada mais foi que NADA!
Viver deixando tudo para amanhã é desafiar a fúria do tempo, é desacreditar na força da vida, é diluir a coragem da alma, é não exercitar o poder de escolha, é deixar respostas paralelas à sua autonomia: Depois, será um sim, um não, um nunca... Quem sabe um dia?
Depois... Alguém ousa dizer depois para o dinheiro, para a luxúria, para a paixão? E para o amor? Depois... Seletivo, meramente espontâneo ou preguiçoso? Tanto faz, depois é que a gente vê...
Todavia Depois não adianta chorar, e nem mais deixar para depois, quando a vida passa, passou: e nem o Depois volta mais!
Muitos existem, deixando para depois a felicidade, os sonhos, os amores, os amigos, até mesmo a rotina... Mas poucos vivem e compreendem o valor do tempo: Palco desse espetáculo chamado Vida, onde o Show é agora!
É venenoso, aos poucos rouba a fonte da vida: O tempo...
É covarde, ele pode ser um não tímido, ou um sim indeciso! Ele pode ser uma resposta reprimida pela falta de coragem: DEPOIS!
Soa fácil, a língua desliza, a consciência se acalma, e aquela sensação de missão cumprida se espalha em forma de adrenalina! E o depois se alastra, feito doença sem cura, e quando vemos: vivemos uma vida de DEPOIS, DEPOIS, DEPOIS!
Nada mais foi que: DEPOIS, e TUDO nada mais foi que NADA!
Viver deixando tudo para amanhã é desafiar a fúria do tempo, é desacreditar na força da vida, é diluir a coragem da alma, é não exercitar o poder de escolha, é deixar respostas paralelas à sua autonomia: Depois, será um sim, um não, um nunca... Quem sabe um dia?
Depois... Alguém ousa dizer depois para o dinheiro, para a luxúria, para a paixão? E para o amor? Depois... Seletivo, meramente espontâneo ou preguiçoso? Tanto faz, depois é que a gente vê...
Todavia Depois não adianta chorar, e nem mais deixar para depois, quando a vida passa, passou: e nem o Depois volta mais!
Muitos existem, deixando para depois a felicidade, os sonhos, os amores, os amigos, até mesmo a rotina... Mas poucos vivem e compreendem o valor do tempo: Palco desse espetáculo chamado Vida, onde o Show é agora!
domingo
Do lado errado do peito
O lado morno que ferve enganosamente
As pessoas passageiras, que por um instante achamos ser para sempre.
Os caminhos errados que levianamente foram maquiados com uma beleza inexistente e exagerada, e um palpitar duvidoso que saiu do peito em forma de incentivo...
Os amigos que juramos irmandade, e não passou de falsidade...
Os romances repentinos e hedônicos de certa emoção à flor da pele, que por engano juramos ser amor, e novamente palpitações mentirosas nos impulsionaram à acreditar no inexistente...
As escolhas que tomamos de forma segura, certos de que o que fizemos foi apenas seguir o coração...
Os palpitares suspeitos, que nos tiraram o fôlego e o sossego... e depois quase nos levou à morte...era tudo enganação.
Todos esses momentos vieram do lado errado do peito...
Minha alma reduz às lágrimas quando descubro que nem a dor ou a alegria vieram do coração...
Mas sim do lado [errado] do peito, onde nem o coração e nem o pulmão se hospeda, mas a inocência vive sozinha, como um peixe no oceano, pronto para morder a isca....
Do lado errado do peito eu me enganei, e fui enganada - É que esquecemos que a felicidade não vem do coração, vem da alma...
E confundimos palpitares de medo e ansiedade, com o palpitar da felicidade...
E depois disso,
O corpo chora!
As pessoas passageiras, que por um instante achamos ser para sempre.
Os caminhos errados que levianamente foram maquiados com uma beleza inexistente e exagerada, e um palpitar duvidoso que saiu do peito em forma de incentivo...
Os amigos que juramos irmandade, e não passou de falsidade...
Os romances repentinos e hedônicos de certa emoção à flor da pele, que por engano juramos ser amor, e novamente palpitações mentirosas nos impulsionaram à acreditar no inexistente...
As escolhas que tomamos de forma segura, certos de que o que fizemos foi apenas seguir o coração...
Os palpitares suspeitos, que nos tiraram o fôlego e o sossego... e depois quase nos levou à morte...era tudo enganação.
Todos esses momentos vieram do lado errado do peito...
Minha alma reduz às lágrimas quando descubro que nem a dor ou a alegria vieram do coração...
Mas sim do lado [errado] do peito, onde nem o coração e nem o pulmão se hospeda, mas a inocência vive sozinha, como um peixe no oceano, pronto para morder a isca....
Do lado errado do peito eu me enganei, e fui enganada - É que esquecemos que a felicidade não vem do coração, vem da alma...
E confundimos palpitares de medo e ansiedade, com o palpitar da felicidade...
E depois disso,
O corpo chora!
sábado
Conspiração Final
Tudo é uma conspiração...
O vento denuncia o tempo
o tempo denuncia a vida...
e o seu fim denuncia a morte
Tudo se conspira contra tudo, para todos...
A poesia é uma conspiração eterna
trabalha suas palavras até conseguir harmoniza-las
Poetas ousados, vão embora, e deixam rimas que imitam a vida...
[Ou será a vida que imita a poesia?]
Não importa a resposta, a conspiração está lá fora...
Só eu sair de casa que ela me ataca
O acaso, os amigos, os romances...
Tudo acontece para um fim - um deles a Lembrança!
Se nada é para sempre, são lembranças o que nos resta...
Lembrança que enche nossas malas dessa viagem chamada vida...
Nos transformamos ontem - o que somos HOJE...
Não um "eu" definitivo, o eu em mutação...
A conspiração não permite certezas, não permite estatização, muito menos definição...
Ela não para na estação...
A conspiração é para quem vive...
E quem vive morre, e antes de anunciar este fim confirmado... Todos os nossos dias são conspirados...
os dias escorrem, as pessoas passam [deixam rastros, memórias, pedaços],
as coisas acontecem, a poesia descreve, e a vida padece
Audácia, tudo se concretiza na maior harmonia...
do mesmo modo como a poesia descreve a vida.. Assim, sem perder a rima:
É a Morte, fim de quem Vive.
O vento denuncia o tempo
o tempo denuncia a vida...
e o seu fim denuncia a morte
Tudo se conspira contra tudo, para todos...
A poesia é uma conspiração eterna
trabalha suas palavras até conseguir harmoniza-las
Poetas ousados, vão embora, e deixam rimas que imitam a vida...
[Ou será a vida que imita a poesia?]
Não importa a resposta, a conspiração está lá fora...
Só eu sair de casa que ela me ataca
O acaso, os amigos, os romances...
Tudo acontece para um fim - um deles a Lembrança!
Se nada é para sempre, são lembranças o que nos resta...
Lembrança que enche nossas malas dessa viagem chamada vida...
Nos transformamos ontem - o que somos HOJE...
Não um "eu" definitivo, o eu em mutação...
A conspiração não permite certezas, não permite estatização, muito menos definição...
Ela não para na estação...
A conspiração é para quem vive...
E quem vive morre, e antes de anunciar este fim confirmado... Todos os nossos dias são conspirados...
os dias escorrem, as pessoas passam [deixam rastros, memórias, pedaços],
as coisas acontecem, a poesia descreve, e a vida padece
Audácia, tudo se concretiza na maior harmonia...
do mesmo modo como a poesia descreve a vida.. Assim, sem perder a rima:
É a Morte, fim de quem Vive.
O cara dos abraços
AMIGOS – Área Perigosa...
Quase sempre é um ou dois no máximo...
Dois ou três é coleguismo
Aquele que só te vê nas horas ruins na verdade o querem como "auto-ajuda"
Os que só querem saber de farra, te trocam por uma bebida, ou algo mais barato...
Os que só foram por um momento, se envolveram por conveniência...
Os que falam da vida alheia, certamente vão falar da sua...
Os que não gostam da sua família, de fato não gostam de você...
E os que mentem, mesmo que mentiras pequenas são pessoas perigosas: mentem até de você...
Os que logo dizem “Eu te Amo” instantaneamente te odeiam, ou indiferentemente te terão por perto, estes são os esternos carentes... não procuram amizade, e sim alguém pro agora, e depois logo vão embora...
Os que muito querem ser agradados só querem um fã clube particular...
Os que muito te agradam é de se desconfiar...
Amigo é aquele cara que não se intimida com o silêncio, não se assusta com seu choro, que compartilha suas risadas, e contribui pro seu sorriso, esse cara que some e quando volta é o mesmo cara de sempre... O tipo de pessoa que sabe te dizer não, e até puxar sua orelha, o irmão que a gente tem fora de casa, e o romance sem pieguices, amor sem carne e desejo, é o cara dos abraços longos...São poucos porque são raros, e se não fosse talvez não seria tão prazeroso os ter por perto...
Amigo é algo que o tempo não envelhece, só fortalece, e como ele a gente descobre: Se foi amizade, ou mera "parceiragem"!
Quase sempre é um ou dois no máximo...
Dois ou três é coleguismo
Aquele que só te vê nas horas ruins na verdade o querem como "auto-ajuda"
Os que só querem saber de farra, te trocam por uma bebida, ou algo mais barato...
Os que só foram por um momento, se envolveram por conveniência...
Os que falam da vida alheia, certamente vão falar da sua...
Os que não gostam da sua família, de fato não gostam de você...
E os que mentem, mesmo que mentiras pequenas são pessoas perigosas: mentem até de você...
Os que logo dizem “Eu te Amo” instantaneamente te odeiam, ou indiferentemente te terão por perto, estes são os esternos carentes... não procuram amizade, e sim alguém pro agora, e depois logo vão embora...
Os que muito querem ser agradados só querem um fã clube particular...
Os que muito te agradam é de se desconfiar...
Amigo é aquele cara que não se intimida com o silêncio, não se assusta com seu choro, que compartilha suas risadas, e contribui pro seu sorriso, esse cara que some e quando volta é o mesmo cara de sempre... O tipo de pessoa que sabe te dizer não, e até puxar sua orelha, o irmão que a gente tem fora de casa, e o romance sem pieguices, amor sem carne e desejo, é o cara dos abraços longos...São poucos porque são raros, e se não fosse talvez não seria tão prazeroso os ter por perto...
Amigo é algo que o tempo não envelhece, só fortalece, e como ele a gente descobre: Se foi amizade, ou mera "parceiragem"!
Ser... Essência
Falar de nós mesmos é difícil porque parece óbvio! Quem tão bem nos aponta as qualidades e defeitos do que nossa imagem velha e repetida? Sim, nos conhecemos tão bem, que não sabemos dizer quem somos...
Talvez por que estamos sempre em mutação... Hora ou outra gostamos ou deixamos de gostar... Um dia achamos o definitivo, mas até lá...
Os outros sempre vão falar "meter o bedelho", julgar, taxar e até afirmar sobre você, pouco depois de um diagnóstico nada científico, nada filosófico, sem um pingo de poesia – Julgarão aparentemente talvez... E até nós mesmos confundimos, com o que os outros pensam, com o que os outros querem que sejamos, com o que queremos ser...
Cheguei à conclusão que não importa dizer o que somos... Simplesmente SOMOS independentes do que se tem para dizer. Porque personalidade tem a ver com Ação, com Ser, e não com o Poder de Escrever, e não com o Poder de Dizer, e não com o Poder de Fingir Ser... Se não a personalidade só caberia aos bons escritores e aos atores de circo, porque fingir grotescamente é uma grande palhaçada... E mais, escrever sobre você é tão mediano quanto falar da vida alheia... Então melhor escrever sobre a estatização dos sentimentos, ou sobre sua impossível conceituação, sobre o poético eixo entre a dor e a alegria, sobre a emoção de um dia, ou o frio na barriga de algumas horas, ou sobre o paradoxo do choro... Sobre qualquer coisa que fale sobre a vida, ou a apresente em seus aspectos culturais... A arte de imitá-la, qualquer que seja... Por que é em alguma arte que nos encontramos... Na arte de trabalhar, de namorar, de viver, de encontrar, de descobrir e até de chorar, ou na arte de dar escândalos, de pensar, na arte de amar, em alguém ou em ninguém.. Somos uma essência imune de qualquer conversa, só se perde quem nunca teve uma... Não devemos deixar que o que escrevemos, ou o que lemos e até o que os outros dizem acabe por nos limitar, ou nos que pressionem a mudar... Porque ver nossa caricatura em espelhos alheios realmente assusta
Não podemos esquecer que o que os outros pensam não passa por uma peneira de raciocínio fundamentado em algo, e sim pela base áspera e preconceituosa do senso comum e da malícia... Com todo respeito aos "quase nada de leitores” - Foda-se a pergunta "Quem sou Eu", "Quem é ela", "Quem você pensou que eu seja"... Eu sou EU, e se precisasse dizer o que é Ser, duvidaria de mim mesma, ou me limitaria em 5 ou 6 palavras... Mas se tanto lhe interessa um parecer, garanto-lhe um bem subjetivo, e com um toque um tanto lírico, se serei autora de mim mesma, cabe à mim e somente à mim embelezar minhas gravuras, ou defeitos intrigantes, ou uma resposta sem resposta, um tanto duvidosa, mas ta aí o que queria...
Se uma flor por suas pétalas e essência é uma flor, sem dar ou “se dar” nenhuma explicação...
Eu, pelo meu particular, dotado de essência e sabedoria, me dou o Direito de ficar calada, e por si só SOU, sem descrição ou poesia!
Talvez por que estamos sempre em mutação... Hora ou outra gostamos ou deixamos de gostar... Um dia achamos o definitivo, mas até lá...
Os outros sempre vão falar "meter o bedelho", julgar, taxar e até afirmar sobre você, pouco depois de um diagnóstico nada científico, nada filosófico, sem um pingo de poesia – Julgarão aparentemente talvez... E até nós mesmos confundimos, com o que os outros pensam, com o que os outros querem que sejamos, com o que queremos ser...
Cheguei à conclusão que não importa dizer o que somos... Simplesmente SOMOS independentes do que se tem para dizer. Porque personalidade tem a ver com Ação, com Ser, e não com o Poder de Escrever, e não com o Poder de Dizer, e não com o Poder de Fingir Ser... Se não a personalidade só caberia aos bons escritores e aos atores de circo, porque fingir grotescamente é uma grande palhaçada... E mais, escrever sobre você é tão mediano quanto falar da vida alheia... Então melhor escrever sobre a estatização dos sentimentos, ou sobre sua impossível conceituação, sobre o poético eixo entre a dor e a alegria, sobre a emoção de um dia, ou o frio na barriga de algumas horas, ou sobre o paradoxo do choro... Sobre qualquer coisa que fale sobre a vida, ou a apresente em seus aspectos culturais... A arte de imitá-la, qualquer que seja... Por que é em alguma arte que nos encontramos... Na arte de trabalhar, de namorar, de viver, de encontrar, de descobrir e até de chorar, ou na arte de dar escândalos, de pensar, na arte de amar, em alguém ou em ninguém.. Somos uma essência imune de qualquer conversa, só se perde quem nunca teve uma... Não devemos deixar que o que escrevemos, ou o que lemos e até o que os outros dizem acabe por nos limitar, ou nos que pressionem a mudar... Porque ver nossa caricatura em espelhos alheios realmente assusta
Não podemos esquecer que o que os outros pensam não passa por uma peneira de raciocínio fundamentado em algo, e sim pela base áspera e preconceituosa do senso comum e da malícia... Com todo respeito aos "quase nada de leitores” - Foda-se a pergunta "Quem sou Eu", "Quem é ela", "Quem você pensou que eu seja"... Eu sou EU, e se precisasse dizer o que é Ser, duvidaria de mim mesma, ou me limitaria em 5 ou 6 palavras... Mas se tanto lhe interessa um parecer, garanto-lhe um bem subjetivo, e com um toque um tanto lírico, se serei autora de mim mesma, cabe à mim e somente à mim embelezar minhas gravuras, ou defeitos intrigantes, ou uma resposta sem resposta, um tanto duvidosa, mas ta aí o que queria...
Se uma flor por suas pétalas e essência é uma flor, sem dar ou “se dar” nenhuma explicação...
Eu, pelo meu particular, dotado de essência e sabedoria, me dou o Direito de ficar calada, e por si só SOU, sem descrição ou poesia!
quinta-feira
Minuta Prazerosa
Eu queria ter o dom da escrita...
Escrever algo que complete os vazios da vida
Ou dizer o que penso,
Sem querer completar nada...
Apenas escrever...
Sobre coisas, fatos ou histórias inventadas...
Achar o pé e a cabeça de meus pensamentos...
Saber contar sonhos antigos, e juntar aos novos...
Com uma natural harmonia...
Contar minhas vitórias e fracassos...
Transcrever dias tristes e dias chatos...
E os dias felizes farei um rimado
Ou talvez escrever da vida alheia, mal ou bom...
Não deixar no passado...
Queria escrever da vida, da morte, dos dias, da sorte...
Escrever, não sei sobre o que...
Talvez sobre tudo,
Depois escolheria um eixo e faria disso tudo um livro bem “brochudo”...
Pra encantar alguns, irritar a outros, mas mesmo depois de ir...
Não deixar que aqui se esqueçam de mim
Me assusta saber que um dia vou partir...
Apenas escrever, não sei para quê...
Não sei do que...
Só sei de onde...
Escrever algo que complete os vazios da vida
Ou dizer o que penso,
Sem querer completar nada...
Apenas escrever...
Sobre coisas, fatos ou histórias inventadas...
Achar o pé e a cabeça de meus pensamentos...
Saber contar sonhos antigos, e juntar aos novos...
Com uma natural harmonia...
Contar minhas vitórias e fracassos...
Transcrever dias tristes e dias chatos...
E os dias felizes farei um rimado
Ou talvez escrever da vida alheia, mal ou bom...
Não deixar no passado...
Queria escrever da vida, da morte, dos dias, da sorte...
Escrever, não sei sobre o que...
Talvez sobre tudo,
Depois escolheria um eixo e faria disso tudo um livro bem “brochudo”...
Pra encantar alguns, irritar a outros, mas mesmo depois de ir...
Não deixar que aqui se esqueçam de mim
Me assusta saber que um dia vou partir...
Apenas escrever, não sei para quê...
Não sei do que...
Só sei de onde...
Assinar:
Postagens (Atom)